O meu primeiro parche
Nom, nom, tranquilos todos, nom pinchei nengumha roda, por parche refiro-me a um arquivo diff que aplicado a um arquivo/repositório, aplica umha modificaçom a este para dar umha nova versiom/revisiom.O parche é para a aplicaçom Kmymoney2 --antecedentes: a aplicaçom dos meus amores-- e o que fai e engadir umha nova funcionalidade: "Auto Save", que vem a ser graver automaticamente cada N minutos, onde se N é cero, producirá-se um guardado tras cada modificaçom, como se se tratasse dumha base de dados.
Estou mais contento que eu que sei!!!, tendo em conta que a cousa enteira non leva mais de umhas ... 20 linhas de código C++ com bibliotecas KDE e Qt, nom parece moito, pero é que eu nom sei C++ !!!!! (nom de abondo para começar um programa desde cero).
Aliás, estou a traducir a GUI e a documentaçom deste programa. A interface tenho-a rematada hai tempo, pero desque comecei coa documentaçom nom a tenho actualizada á versom HEAD, ainda asi a versom castelhana tem muitos erros. A documentaçom em galego está rematada, correcçom ortográfica incluída, com capturas de pantalha, e foi remitida ao responsável (project manager), Thomas Baumbart, para que a suba ao cvs.
Tranquilos todos, que para essas cousas emprego a normativa de mínimos.
Vou a começar coa documentaçom em castelhano. Suponho que terei que modificar várias mensagens da gui polo caminho, pero já se verá. Espero ter rematado todo antes de 2006-01-01.
Por suposto, convido-vos a todos a usar o programa e enviar todos cantos informes de erro consideredes oportuno.
Em outra ordem de cousas, Microsoft está a piques de remitir à ECMA (European Computer Manufacturer Association, Associaçom Europea de Fabricantes de Ordenadores) o formato completo dos seus arquivos Office para apresentaçons, folhas de cálculo e textos processados.Ademais, comprometeu-se a permitir a livre implementaçom por terceiros. Isto está facendo ruido e provocando que haxa gente que se fai mais palhas mentais das habituais.
O motivo polo que o fai é o seguinte: Certos estamentos da EU están prontos a obrigar (si, obrigar), a usar formatos estándares e relativamente abertos nos documentos que usen DE CARA AO PÚBLICO, já hai certos movimentos (sistema de educaçom do reino unido, administraçom de Noruega --se nom me confundo de país--), e em todos eles cairom/estám caindo fora os formatos de Office debido a que nom som completamente abertos, ou a que por problemas de patentes, nom podem ser libremente implementados por ISV (independent software vendors, léa-se Outros Fabricantes de Software).
No caso de quedar fora, TODAS as empresas deberiam antes ou despois, e refiro-me sempre a praços inferiores ao ano, abrir, editar e guardar num formato nom suportado por MSOffice, o cal implicaria que deberiam como pouco ter umha segunda suite ofimática (lease OpenOffice.org) instalada. Deixará MS que lhe entre o 'demo' no 40% dos seus benefícios?
Nom, e para isto fai este movimento.





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